Cansei de caçar seus verbos soltos, escudos de quem acha que tem o gênio indomável sabendo que não passa de um daqueles que enguiçam a raça humana. Se quiser vir, que seja sem esse egoísmo tão “século-vinte-um” de trilhar caminhos pela metade, escapar pelos canteiros e me deixar falando pelos cantos. Se for pra calar minha boca, vem. Se for pra reescrever minha vida, vem. Mas que seja à caneta.
Sempre que puder, vou querer saber o sabor do que é bom na vida!
Viver e não ter a vergonha de ser feliz...
Cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz.
(Gonzaguinha)
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